Autor

caco-ishak-por-gustavo-godinho.jpgCaco Ishak nasceu em 1981, na cidade de Goiânia, embora tenha sido criado em Belém. Escritor, jornalista e tradutor literário, teve textos publicados em sites e revistas como Le Monde Diplomatique, Rolling Stone, Blog do IMS, Suplemento Pernambuco, Modo de Usar & Co., Poesia Sempre, Paralelos, Cronópios, entre outros. Particiou dos projetos Blooks: Letras na Rede, Poesia Agora, Ruído e Literatura, Na Tábua, Orquestra Literária e ESTRAGO.

Foi idealizador e curador da primeira galeria virtual brasileira, baixo.calão (2007-2010 avec André Czarnobai), voltada à arte urbana e ao lowbrow, reunindo cerca de trinta artistas como Guilherme Pilla, Arnaldo Branco, Guilherme Kramer etc.

Acabou virando Mestre em Epistemologia da Informação Quântica pela ECA/USP.

Autor das compilações de poesia “Dos versos fandangos ou a má reputação de um estulto em polvorosa” (2006) e “Não precisa dizer eu também” (2013), publicadas pela carioca 7Letras, e do romance “Eu, Cowboy” (2015), publicado pela Oito e Meio.

Coletâneas:

2014: “Tudo o que não foi”, organizada por Deborah Kietzmann Goldemberg (Carlini & Caniato).

2015: “Vou te contar”, em homenagem aos vinte anos do falecimento do maestro Tom Jobim, organizada por Celina Portocarrero (Rocco).

2016: “Ficcionais – Vol. II”, reunião de crônicas publicadas na coluna Bastidores do Suplemento Pernambuco com curadoria de Schneider Carpeggiani e Carol Almeida (Cepe);  “GOLPE: antologia-manifesto” capitaneada por Carla Kinzo, Ana Rüsche, Lilian Aquino e Stefanni Marion (Punks Pôneis); “Estados em Poesia”, com organização de Maria Rezende e Fernando Ramos; e “Naquela Língua”, antologia de novíssimos poetas brasileiros com curadoria de Francisco José Viegas (Portugal, Ed. Elsinore).

2017: “Hiperconexões: Realidade Expandida”, antologia poética organizada por Nelson de Oliveira (Patuá).

2018: Caco Ishak sumiu do mapa. Diz-que ocupado demais vivendo.

2019: “Destrópicos: 20 cuentos latinoamericanos”, coletânea com organização de Katia Gerlach e tradução de Juan Pablo Villalobos (EUA/México/Brasil, DíazGrey), publicada pelas plagas de cá pela Oito e Meio [2017].

2020: “Amores em quarentena”, organizada por Marcelo Damaso (Monomito).

2021: “Bonde cuspindo gente”, como organizador e contista (Patuá).

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