revista acrobata

Captura de Tela 2020-07-13 às 19.09.10

pontas soltas, apagadas
emaranhando-se em cemitérios
à espera de quem lhes reacenda memórias
.:.
esse e mais quatro poemas do meu próximo livro (até agora batizado de elle) foram publicados na revista acrobata, do mestre Demetrios Galvão. agradeço demais o espaço. confere lá.
Posted in inéditos, participações, versos fandangos

de modo geral

dmg
tive o prazer de participar falando da situação no pará, em especial: belém e salinas. marajó merecia destaque, falha minha. agradeço a paulo scott, andrea del fuego, jp cuenca, mauro dahmer e aos demais convidados. youtube e spotify.
Posted in articulices caquéticas, papo-furado, participações

O incloroquinável Napoleão de hospício contra o mundo

elijah-o-donnell-t8T_yUgCKSM-unsplash-e1587587156900-244x300

Bolsonaro é um genocida. Na era digital, comparável apenas a Mubarak (não à toa, os dois únicos presidentes até hoje censurados pelo Twitter). Um a um, de aperto em aperto de mãos, com ou sem contágio vai exterminando o próprio povo. Vale-se de um vírus para tanto, o mesmo que assola as fronteiras para além de seu umbigo.

nova crônica pro le monde diplomatique. na íntegra, aqui.

Posted in articulices caquéticas

amores em quarentena

EWN8aIaXYAA3APy

honrado e feliz demais por participar dessa coletânea organizada pelo marcelo damaso, meu retorno à ficção após três longos anos hibernando. acordei ao lado de um monte de gente massa. confere lá. link pro download (na faixa) aqui. boa leitura.

Posted in dois conto, inéditos, participações

minha estreia no le monde

dilma-e-lula-ebc-768x549

Por mais inebriante que seja, portanto, a liberdade de Lula após quase dois anos na cadeia sem que tivesse direito a um julgamento justo e imparcial, e em meio a um governo fascista que se valeu da democracia para a cada dia promover um novo golpe contra a sociedade brasileira, caso não encararmos com urgência e a devida honestidade intelectual certas questões, corremos o risco de sermos assombrados pelas consequências de nosso porre incauto nas décadas que virão. E nem são tantas assim. Basicamente uma: por que simplesmente não anular a sentença condenatória de Lula?

sonho de adolescência realizado. agradeço o espaço a todos os envolvidos. na íntegra.

Posted in articulices caquéticas

revista philos

EJhpI1KWoAMhOyX

a revista philos publicou a tradução feita por juan pablo villalobos de um dos capítulos do meu próximo romance, ainda sem nome, tradução essa publicada originalmente na coletânea nosotros.

Posted in all real, dois conto, inéditos

corpo opaco

corpo_opaco_capa_1

tive a honra de escrever a orelha de corpo opaco, livraço de poesia de flávio nassar.

No mínimo, caros leitores, um livro necessário. São vários os corpos que formam este Corpo Opaco de Flávio Nassar. Suas mulheres dão o contraponto ao arroche de bagos da conjetura nacional: possível gênesis – “não há formigas”, Leocádia, “só cactos intratáveis”. Nassar é um ladies’ man. Verbaliza-se no que tem de mais honesto: a outra. Odes; disputa nenhuma pelo protagonismo. “Sê inútil”, um brinde e ciao.

Passemos ao outro. Ao símio que “não trai símio”. Ao homo que trai. Ao “sumano homem [sábio]”. Ao corpo opaco em si, “roto usado gasto”, ao corpo “segregado”, retratos da pátria, patriotas sem vozes, de-civilizados, aos “destrossos”. Aqui, “nenhuma nova virtude, nenhum novo pecado”. O amor de ratos, cupins, mendigos, fumaça, poeira. “É [sempre] bom lembrar”, afinal, “podemos esquecer”. O amor de um arquiteto pela cidade que idealizou, agora “um discurso fanho”.

Dono (ou tutor) de uma voz tão particularmente singular, que destoa da regionalidade de boutique em voga, quase vinte anos após seu primeiro e único volume de poesia, ARMAGEDON ou a Ressurreição do Engole Cobra (iguaria à margem das prateleiras e ironicamente carregada de um pan-regionalismo supra-linguístico), Nassar enfim dá as caras [e a tapa] para reivindicar o lugar deste corpo opaco ao sol esturricante da poesia brasileira. Ou para que reivindiquem por ele. Nassar, bom lembrar, não acredita em Yoko nem em si. O lugar, todavia, é certo, está guardado.

Posted in orelhas & pré-foices

by kael kasabian

cacoishak-kael

era pro kael ter ilustrado cada poema do não precisa dizer eu também. o projeto teria ficado bem massa, mas, por conta de percalços tão próprios da vida, não passamos do quinto ou sexto dibujo. uma pena. aí, cinco anos depois, o sacana me sai com essa. mossionei, malandro. que não tardem novos projetinhos. a bem da verdade: preciso.

Posted in caldinho de sururu

nosotros

23116981_893557290797102_6526995281732856307_o

acaba de sair do forno a coletânea NOSOTROS, pela Oito e Meio, com organização de Katia Gerlach. lá estamos com “diários de uma guerra particular”, ambientado na Colômbia. um aperitivo, digamos, pro meu próximo romance – ainda sem título nem quase nada. também haverá uma edição gringa, publicada pela novaiorquina Díaz Grey, com tradução especialíssima do mestre Juan Pablo Villalobos. só tenho a agradecer.

Posted in all real, articulices caquéticas, blissett, coletâneas & agremiações, dois conto

GOLPE, o retorno

22089414_1513993485332349_2506750081795446497_n

eis a capa da versão impressa de GOLPE: antologia-manifesto, publicada pela novíssima editora nosotros, capitaneada por Lubi Prates. detalhe: a orelha foi escrita por ninguém menos do que a presidenta Dilma Rousseff. compre aqui.

Posted in all real, articulices caquéticas, blissett, coletâneas & agremiações, dois conto