by kael kasabian

cacoishak-kael

era pro kael ter ilustrado cada poema do não precisa dizer eu também. o projeto teria ficado bem massa, mas, por conta de percalços tão próprios da vida, não passamos do quinto ou sexto dibujo. uma pena. aí, cinco anos depois, o sacana me sai com essa. mossionei, malandro. que não tardem novos projetinhos. a bem da verdade: preciso.

Advertisements
Posted in caldinho de sururu

nosotros

23116981_893557290797102_6526995281732856307_o

acaba de sair do forno a coletânea NOSOTROS, pela Oito e Meio, com organização de Katia Gerlach. lá estamos com “diários de uma guerra particular”, ambientado na Colômbia. um aperitivo, digamos, pro meu próximo romance – ainda sem título nem quase nada. também haverá uma edição gringa, publicada pela novaiorquina Díaz Grey, com tradução especialíssima do mestre Juan Pablo Villalobos. só tenho a agradecer.

Posted in all real, articulices caquéticas, blissett, coletâneas & agremiações, dois conto

GOLPE, o retorno

22089414_1513993485332349_2506750081795446497_n

eis a capa da versão impressa de GOLPE: antologia-manifesto, publicada pela novíssima editora nosotros, capitaneada por Lubi Prates. detalhe: a orelha foi escrita por ninguém menos do que a presidenta Dilma Rousseff. compre aqui.

Posted in all real, articulices caquéticas, blissett, coletâneas & agremiações, dois conto

melhor garota-propaganda

Captura de Tela 2016-09-14 às 18.01.35

obrigado, chefia. hoje, entendo. avoalá.

Posted in blissett

“nada de errado”

740caco

Escrito em junho de 2016, o trecho abaixo é o prólogo do meu próximo romance, ainda sem nome (carinhosamente apelidado a título provisório de Em nome da filha), que tem como temas principais a alienação parental, conceito proposto por Richard Gaardner nos anos 1980, e a legalização das drogas. Como pano de fundo, a disputa pelo controle do narcotráfico entre direita e esquerda dos anos 1970 aos dias de hoje, em especial na região amazônica, a corrupção nos Três Poderes (da base ao topo) e o estado policial rumo ao qual caminhamos desde as Jornadas de Junho de 2013. Vale frisar: Fidel morreu horas depois do acordo de paz entre as FARC e o governo colombiano ser enfim ratificado, em 25 de novembro de 2016. Em nome da filha é meio que a continuação de Eu, cowboy, estando mais para um universo paralelo ao apresentado no meu romance de estreia.

o “trecho abaixo”, aqui no blog do IMS.

em tempo: os massacres ocorridos em Manaus e Boa Vista no começo do ano nada mais foram do que a tomada de território por parte do PCC (aka Alexandre de Moraes) após a queda das FARC e, consequentemente, da Família do Norte — facção que controlava a região amazônica com o respaldo dos guerrilheiros colombianos. estamos muito perto de ver as pontas soltas sendo amarradas com: a prisão da família de Fernandinho Beira-Mar, quem, pressionado, acabará dando com a língua nos dentes; a delação de Joesley Batista acerca das milícias cariocas, ainda sob sigilo; e Eduardo Cunha.

em tempo dois: esse texto também faz parte de “Destrópicos: 20 cuentos latinoamericanos”, coletânea organizada por Katia Gerlach e que vem sendo traduzida por Juan Pablo Villalobos (EUA/México/Brasil, DíazGrey).

Posted in all real, articulices caquéticas, blissett, cowboy, inéditos

traduções saindo do forno

missing-you-meg-cabotmanifesto-comunistaportas-revoluccca7acc83o

Posted in traduções

HIPERCONEXÕES: realidade expandida

muitíssimo obrigado pelo convite, don luiz bras. sonho de infância realizado.

Posted in Uncategorized