de modo geral

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tive o prazer de participar falando da situação no pará, em especial: belém e salinas. marajó merecia destaque, falha minha. agradeço a paulo scott, andrea del fuego, jp cuenca, mauro dahmer e aos demais convidados. youtube e spotify.
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O incloroquinável Napoleão de hospício contra o mundo

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Bolsonaro é um genocida. Na era digital, comparável apenas a Mubarak (não à toa, os dois únicos presidentes até hoje censurados pelo Twitter). Um a um, de aperto em aperto de mãos, com ou sem contágio vai exterminando o próprio povo. Vale-se de um vírus para tanto, o mesmo que assola as fronteiras para além de seu umbigo.

nova crônica pro le monde diplomatique. na íntegra, aqui.

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amores em quarentena

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honrado e feliz demais por participar dessa coletânea organizada pelo marcelo damaso, meu retorno à ficção após três longos anos hibernando. acordei ao lado de um monte de gente massa. confere lá. link pro download (na faixa) aqui. boa leitura.

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minha estreia no le monde

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Por mais inebriante que seja, portanto, a liberdade de Lula após quase dois anos na cadeia sem que tivesse direito a um julgamento justo e imparcial, e em meio a um governo fascista que se valeu da democracia para a cada dia promover um novo golpe contra a sociedade brasileira, caso não encararmos com urgência e a devida honestidade intelectual certas questões, corremos o risco de sermos assombrados pelas consequências de nosso porre incauto nas décadas que virão. E nem são tantas assim. Basicamente uma: por que simplesmente não anular a sentença condenatória de Lula?

sonho de adolescência realizado. agradeço o espaço a todos os envolvidos. na íntegra.

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revista philos

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a revista philos publicou a tradução feita por juan pablo villalobos de um dos capítulos do meu próximo romance, ainda sem nome, tradução essa publicada originalmente na coletânea nosotros.

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corpo opaco

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tive a honra de escrever a orelha de corpo opaco, livraço de poesia de flávio nassar.

No mínimo, caros leitores, um livro necessário. São vários os corpos que formam este Corpo Opaco de Flávio Nassar. Suas mulheres dão o contraponto ao arroche de bagos da conjetura nacional: possível gênesis – “não há formigas”, Leocádia, “só cactos intratáveis”. Nassar é um ladies’ man. Verbaliza-se no que tem de mais honesto: a outra. Odes; disputa nenhuma pelo protagonismo. “Sê inútil”, um brinde e ciao.

Passemos ao outro. Ao símio que “não trai símio”. Ao homo que trai. Ao “sumano homem [sábio]”. Ao corpo opaco em si, “roto usado gasto”, ao corpo “segregado”, retratos da pátria, patriotas sem vozes, de-civilizados, aos “destrossos”. Aqui, “nenhuma nova virtude, nenhum novo pecado”. O amor de ratos, cupins, mendigos, fumaça, poeira. “É [sempre] bom lembrar”, afinal, “podemos esquecer”. O amor de um arquiteto pela cidade que idealizou, agora “um discurso fanho”.

Dono (ou tutor) de uma voz tão particularmente singular, que destoa da regionalidade de boutique em voga, quase vinte anos após seu primeiro e único volume de poesia, ARMAGEDON ou a Ressurreição do Engole Cobra (iguaria à margem das prateleiras e ironicamente carregada de um pan-regionalismo supra-linguístico), Nassar enfim dá as caras [e a tapa] para reivindicar o lugar deste corpo opaco ao sol esturricante da poesia brasileira. Ou para que reivindiquem por ele. Nassar, bom lembrar, não acredita em Yoko nem em si. O lugar, todavia, é certo, está guardado.

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by kael kasabian

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era pro kael ter ilustrado cada poema do não precisa dizer eu também. o projeto teria ficado bem massa, mas, por conta de percalços tão próprios da vida, não passamos do quinto ou sexto dibujo. uma pena. aí, cinco anos depois, o sacana me sai com essa. mossionei, malandro. que não tardem novos projetinhos. a bem da verdade: preciso.

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