eu, otimista

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Fizemos, até agora, duas colheitas dessas flores rubras irrompendo do asfalto. Da safra mais recente, releio muitas vezes, quando atravesso a rua, o verso do brasileiro Caco Ishak, «Deixei que o sol nascesse em mim», que descreve perfeitamente o pacto que o Guilherme Pinto tinha firmado com a luz e o otimismo. Agora, porém, reparo também no verso de Mariano Marovatto, «a mudança era uma morte que viria no meio da noite» – leio e penso na madrugada em que o telefone tocou e me disseram que o meu presidente tinha morrido.

baita surpresa, figurar numa crônica de Manuel Jorge Marmelo. em homenagem a Guilherme Pinto, o “político combativo” do Partido Socialista português, e: tanto melhor. ser pintado como otimista, então… sem palavras. lisonja e gratidão, mestre.

leia na íntegra aqui.

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About caco ishak

deu pau no servidor da verbeat
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