Author Archives: caco ishak

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About caco ishak

deu pau no servidor da verbeat

meia-noite no jardim do bem e do mal

mais uma tradução minha saindo do forno: meia-noite no jardim do bem e do mal (sim, aquele), do jornalista john berendt. pra variar, edição impecável da darkside books. deu um trabalho danado (e devo ter dado também), mas valeu demais.

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conta conto

alex andrade teve uma ideia brilhante de tão óbvia-porém-nunca-posta-em-prática, o conta conto. com apresentação do bruno de andrade (isso, do lume), cada episódio traz um escritor brasileiro lendo um texto de sua autoria. tive o prazer de participar com filha … Continue reading

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enfim: na tábua

que dupla. que time. que honra. já em pré-venda.

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punk futuro

ao que parece, carlo kaddish está mais vivo que nunca. e anda roubando meus poemas, traduzidos pro inglês por tiago genovese. boa revista, essa punk futuro. boa proposta. não me oponho. not at all.

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aboio

Caco Ishak nasceu em 1981. Mestre em Comunicação (USP), publicou quatro livros (outros quatro na gaveta), além de ter participado de uma dezena de coletâneas, no Brasil e no exterior. Seus textos foram traduzidos para o alemão, o espanhol e … Continue reading

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as tantas aspas da vanguarda (parte 2)

Liberdade somente para os partidários do governo, somente para os membros de um partido – por mais numerosos que sejam –, não é liberdade. Liberdade é sempre a liberdade de quem pensa de modo diferente. Não por fanatismo pela “justiça”, … Continue reading

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bienal de arte de coimbra

leonardo villaforte de volta com seu projeto paginário, versão “as mil e duas noites”, na bienal de arte de coimbra. estamos orgulhosamente lá.

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as tantas aspas da vanguarda (parte 1)

O pulo do gato? O anarquismo segundo Marx: “Por  anarquia,  todos  os  socialistas  entendem  o  que  se  segue:  uma  vez  conseguido  o  objetivo do movimento proletário, a abolição das classes, o poder do Estado, que serve para manter a grande … Continue reading

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em colagens de márcia huber

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culpa na fina

“Ao expor conflitos no Oriente Médio e jogar luz à violência do cotidiano, Ishak denuncia com sua literatura o que, em palavras, parte da mídia banaliza em textos frios e assépticos. A realidade é suja e dolorosa, para os que … Continue reading

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