Melhor começo de romance do ano.
(Paulo Scott sobre Eu, Cowboy)
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Saiu o “Eu, cowboy” do Caco Ishak e digo apenas que: aprovo.
Melhor começo de romance do ano.
(Paulo Scott sobre Eu, Cowboy)
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Saiu o “Eu, cowboy” do Caco Ishak e digo apenas que: aprovo.
Claudia Nina teve a generosidade de escrever sobre o cowboy na revista Seleções.
“A impressão, nesse Eu, cowboy, é a de que o autor construiu uma montanha-russa cujos trilhos somem aos poucos, até desaparecerem de vez – lá em cima, personagens inclusos (…) As linhas não indicam caminhos, mas desvios. E isso tem a ver com o desvio do entendimento comum das estradas. Esse livro não cria caminhos, apenas desvios.”
até agora, das parcas resenhas, a que mais chegou perto de desvendar kaddish.
agradeço e garanto: ousadia sempre. foco e risco.
do lado negro da força para… o lado negro da força? depois da dobradinha tarkin e vader (porque lorde negro que se preze jamais será coadjuvante, por mais grão que seja o moff), eis que chega o imperador em pessoa. e palpatine que me desculpe em dobro, mas: entre iggy e plagueis, ainda que com dor como se empalado pelo sabre de luz carmesim de papa skywalker, não só optei por das pragas a pior, como tive de reentronizar o pop. afinal: a galáxia, com aquele brilho todo das estrelas, é pequena perto do breu no quarto. sith nenhum mete mais medo do que o bicho papão embaixo da cama. entonces, muddafo-keeer, abre o peito e sangra. aliás: fazendo dupla no rol das bios com o nicholson. e escrita pelo paul trynka, ex-editor da mojo. só pode ser um sinal. iggy, trynka. triunvirato. bateu liga. pela aleph.
ah, sim: com direito a duas ou três páginas de autoria do cretino aqui. baita honra.
corre, que a senha logo expira:
gateway: https://www.tumblr.com/blog_auth/oleitornews … | password: hamlet
e terminou com o comboio mojo, galera, laub e conti. veja bem: teve até um rabino na estância de são bortolotto. total faixa de gaza. como não sorrir?
fazia tempo que os dentes andavam guardados.
Belém, cidadezinha que se mantém provinciana, mesquinha, rasa, puxa-saco, cidadezinha gigante metida a besta. Ishak foge de qualquer condescendência na descrição dessa sua Belém. Porém, é nela que vive suas desventuras regadas a muito álcool e doses cavalares de nonsense.
ricardo silva escreveu sobre o cowboy em seu roedor de livros.
conversa em mesa de bar: melhor conversa. daqui a pouco, mui bem acompanhado por Ana Rüsche e Helga Bevilacqua e quem mais estiver com a gente. toda sorte.
e se o PublishNews recomenda, não me resta outra opção senão de fato comparecer a meu próprio lançamento. agradeço o espaço.
belém, rio de janeiro, paraty, belo horizonte, são luís (muito obrigado). dezoito horas de avião mais sessenta e uma horas de busão depois, oito quilos a mais e uns tantos trocados (anos de vida) a menos, é chegada a vez de são paulo: cemitério de automóveis, dia 27/8, a partir das 19h.
aproveito pra agradecer (demais) o espaço e as palavras dispensadas ao cowboy nos últimos dias:
Rafael Rodrigues publicou dois trechos do romance em seu Panorama Literário: http://panoramaliterario.com.br/trechos-eu-cowboy-de-caco-…/
Gisele Eberspacher achou fofa a capa no Vamos Falar Sobre Livros: https://www.youtube.com/watch?v=O6Mhw4oHnoI (ansioso pelo parecer final. ass: caco — terceira opção — isrrrraque, hehe)
Carla Melo escreveu uma matéria pro Estado do Maranhão: http://imirante.com/…/romance-de-caco-ishak-e-destaque-hoje…
e o mestre Zema Ribeiro mandou uma resenha em seu site: http://zemaribeiro.org/2015/08/11/caco-ishak-sem-gelo/
agradeço ainda a presença de todos até agora.
e fica o convite a todos que estejam em são paulo:
https://www.facebook.com/events/1457798971213482
vai ser massa. sim, eufemismo.
(y free zé dirceu)
[brincadeira: interrogação]
a Lais Azevedo e a Esperança Bessa pediram uma foto minha com malu pra edição do dia dos pais do caderno você (obrigado). como não curto expor a imagem da pequena (basta nossa luta), mandei esse desenho que ela fez do bowie. a sementinha foi plantada, lá atrás. agora, é esperar o pé de all-star crescer. e dar belos frutos, sem dúvida, mil cadarços. independente do chulé.