Category Archives: inéditos

ESTRAGO

uma revista editada por Paulo Scott e Fabio Zimbres, por si, já mereceria a pecha de “publicação literária mais importante da atualidade”. mas esperei pra ler a edição número um da ESTRAGO (no rabo da 000) e tirar minhas conclusões. … Continue reading

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estados em poesia – rj

perdão desde já. gravei esse vídeo a convite da mais paraense das cariocas, Maria Rezende, quem arregaçou as mangas e orquestrou com Fernando Ramos e LuNa Vitrolira um bando de malucos de norte a sul do país no espetáculo-coletânea Estados … Continue reading

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golpe: antologia-manifesto

tristeza e honra de participar desse GOLPE: Antologia-Manifesto. espero que surta algum efeito. espero estar redondamente enganado. parabéns aos organizadores Ana Rüsche, Carla Kinzo, Lilian Aquino e Stefanni Marion pela iniciativa, e a todos que contribuíram com esse AP-1. DOWNLOAD GRATUITO … Continue reading

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punto rojo

achar as palavras de outro idioma pra definir o que não se sabe dizer nem mesmo em nossa língua-mãe falta colo quem coloque na cama dê de mamar forasteiro em seu próprio país a autoficção já não basta quando passa-se … Continue reading

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somos nós

não conheço a Elisa Arruda pessoalmente, sei que sou fã da série Essa é você. agora, posso me gabar de ter um verso tatuado numa de suas mujeres. só tenho a agradecer. lindão. .:. e temos nova tradução em andamento. … Continue reading

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primeiro capítulo de “eu, cowboy” na flipobre

aos que se encontravam de ressaca carnavalesca ontem, cá está o vídeo do meu bloco no sarau da flipobre. teve um poema do paraense Gustavo Rodrigues e quadro da Drika Chagas ao fundo, teve Ricardo Pozzo dormindo na leitura em … Continue reading

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pra ninguém

não espera de mim bom dia quando a cama nem amarrotou (qualquer slogan genial de margarina cabe aqui) já falei tanto em versos que não sei mais conversar como uma pessoa normal enquanto trituro os dentes e roo a língua … Continue reading

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halaháches

quando sinais são tão absurdos que mesmo um louco se acanha ao ruminar os cotovelos no balcão dum bar e se certifica de esguelha e desaba no estouro da boiada à espera da marca no couro feito gado perdido no … Continue reading

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póstumo

É claro que eu não sei como continuar. Paralisado na frente do computador. Branco de Word beberiano da fonte que secou. Talvez porque eu esteja de chinela (das minhas lógicas). Talvez, se tirar as chinelas dos pés e pisar no … Continue reading

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a cigana e o maquinista

deve ter sido alguma insolação alguma supernova mais ao sul ao sudoeste de um canto perdido teu retrato em branco e preto teu busto banhado de vinho tua voz confinada num quarto geralmente não dou trela pra telenovelas mas até … Continue reading

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