Category Archives: versos fandangos

a cigana e o maquinista

deve ter sido alguma insolação alguma supernova mais ao sul ao sudoeste de um canto perdido teu retrato em branco e preto teu busto banhado de vinho tua voz confinada num quarto geralmente não dou trela pra telenovelas mas até … Continue reading

Posted in inéditos, versos fandangos | Comments Off on a cigana e o maquinista

há quem idealize aos nervos há que se materializar na carne — há sempre quem chupe um osso há quem não assista à última temporada há que se adiar o fim da vida

Posted in inéditos, versos fandangos | Comments Off on

mallarmargens

três poemas meus na revista mallarmargens. um inédito: quando o poeta acordou sua voz ainda estava lá

Posted in inéditos, versos fandangos | Comments Off on mallarmargens

em construção

a casa que não construí pra mim era habitada por fantasmas aquele velho clichê mas os fantasmas que habitavam a casa que não construí pra mim não tinham correntes nem toalhas encharcadas de lençóis dormidos não pregavam os olhos pelas … Continue reading

Posted in inéditos, versos fandangos | Comments Off on em construção

nerval

dois poemas (e meio) inéditos, cinco no total. aqui, na revista nerval (filhote da flaubert). abaixo, um dos inéditos:   spotless o segundo passo é sempre o mais custoso é sempre um susto que arrasta o primeiro às vezes, nos … Continue reading

Posted in inéditos, participações, versos fandangos | Comments Off on nerval

cumplicidade em versos soltos

prometi não escrever uma linha palavra que fosse sobre a gente que este seja apenas o primeiro posto que passa o que não acaba então, que dure até um novo poema embrulhado se acabou numa traição (autotraição, autoboicote) recomeça-se tudo … Continue reading

Posted in inéditos, versos fandangos | Comments Off on cumplicidade em versos soltos

ainda sobre alienação parental

trompa ausente o estarmos-juntos se traduz em maior distância do que os dias que nos separam embora passem calados por cômodos inabitados senão pela possibilidade do vir-ser sussurros e por selos abertos através das paredes nesta cidade sou apenas um … Continue reading

Posted in versos fandangos | Comments Off on ainda sobre alienação parental

antologia de poesia brasileira

vi hoje no blog novo da Ana Guadalupe (por sinal, entrevistada pela Alice Sant’Anna na Rádio Batuta) que já foi anunciado o projeto da editora americana Scrambler, An Anthology of Contemporary Brazilian Poetry, com organização da própria Ana e do … Continue reading

Posted in participações, versos fandangos | Comments Off on antologia de poesia brasileira

se encaixa quebra cabeça

Posted in inéditos, versos fandangos | Comments Off on

now

lambo privadas como quem lambe o amor degusto rezando a areia dos gatos gargarejo a água suja dos papéis que assumimos a camisa que visto é unissex as calças, os sapatos, tudo unissex até as cuecas ela usa e, portanto, … Continue reading

Posted in inéditos, versos fandangos | Comments Off on now